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10/12/2018 | Lorena Eleutério

Um tour pelo Instituto Gustavo Rosa com Flávia Millen

Tudo Moda História

De publicitária à marchard de arte. Quem vê Flávia Millen dominando o mundo das artes hoje, não imagina que no início, seus pais queriam que ela trocasse a faculdade de artes plásticas por marketing. E foi o que aconteceu, mas assim que se formou em Publicidade, ela arrumou as malas e foi viver em Praga, onde teve finalmente a oportunidade de se aprofundar no assunto. Após um ano morando no exterior, voltou para o Brasil e mergulhou em uma especialização em arte contemporânea brasileira. Pronto, finalmente ela estava no caminho certo.

Há quem diga que certos talentos estão no DNA e talvez esse seja o caso da carioca. Seu tio, artista plástico, e sua avó materna, pianista e grande adoradora de arte, foram os principais pilares que desencadearam essa paixão na marchand d'art. E o que era trabalho e dedicação nas galerias e museus mundo afora, virou sua voz no Instagram, onde há cinco anos a Flávia começou a mostrar seu lifestyle e o universo artsy que a rodeia. Não deu outra, bombou e a Flá se tornou um grande sucesso.

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"Meu maior desafio na profissão é tentar democratizar a arte", diz, "E mostrar o quanto ela é acessível ao público." Segundo Flávia, ao contrário do que parece, a arte é muito mais popular do que a gente imagina. Se pararmos para pensar, a maioria das exposições tem entrada gratuita enquanto outros meios artísticos, como cinema ou teatro, tem bilheteria paga.

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Assim como a arte, outro grande amor da Flá é a moda. Aliás, ela consegue encontrar muitas manisfestações artísticas dentro da moda. "O trabalho de estlistas como Issey Miyake, Dior e até mesmo o trabalho handmade são grandes provas de que a moda se alimenta de arte", explica. Ela até brinca que adora combinar o look do dia com alguma obra de arte.

Claro que alguém com uma alma tão artsy não poderia ser clicada em qualquer lugar. Então convidamos a marchand para uma série de cliques e um tour no Instituto Gustavo Rosa, com styling Ervadoce. Aproveitamos o passeio e fizemos uma entrevista super gostosa de ler com ela. Confira:

iLovee: Flá, conta pra gente: você já conhecia o trabalho do Gustavo?

F.: Meu primeiro contato com o Gustavo Rosa foi a um tempo atrás, quando ele ainda nem tinha o Instituto. Seu ateliê se localizava junto à sua casa e eu já achava incrível essa ideia de morar em um lugar tão lindo e especial. Quando ele tomou essa atitude de democratizar sua arte e criar o Instituro virei ainda mais fã!

iLovee: Agora queremos saber a visão de marchand em relação às obras do Instituto...

F.: Eu acho que as obras do Gustavo têm muita identidade. Andando pelos corredores enquanto fazíamos as fotos, eu não pude deixar de reparar que toda cronologia do trabalho sofreu influência de outros artistas conhecidos. Posso falar, por exemplo, que as obras de figuras humanas têm influência do trabalho de Gustav Klimt, um grande artista austríaco dos anos 30. E apesar de inspirações assim, ele tem um jeito muito especial e sabe dar bossa às suas obras, que são reconhecidas em qualquer lugar do Brasil.

iLovee: Para finalizar, você pode uma dica de como aproveitar melhor um passeio por uma galeria de arte?

F.: Claro, a principal dica é ter tempo. A arte precisa ser sentida, você tem que entrar e perceber o que aquilo traz para você, quais sensações desperta.. tudo tendo tem que ser sentido e, com calma. Para que esse impacto da arte seja sentido é preciso ter paciência. É claro que se você já tiver algum conhecimento sobre o artista facilita muito as coisas principalmente se estamos falando de arte contemporânea porque é um movimento muito conceitual então você tem que entender o foco, o trabalho, no que ele está envolvido para poder entender a mensagem que ele quer te passar.

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