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30/07/2020 | Juliana Cunha

Ronda da semana: rompendo o status quo

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O que te impulsiona?

Já falamos em outra ronda sobre o poder da resiliência, e agora esse texto de David Kushner na New Yorker traz o conceito de crescimento pós-traumático. O autor, cujo irmão foi sequestrado e morto durante a infância, aborda a ideia de que traumas podem transformar e aprofundar o sentido da vida. Claro, isso não significa que alguém queira passar por uma experiência negativa, mas que quando não há escolha, elas podem provocar mudanças. Retomando algo que seu pai escreveu, ele diz: “Há algo intrínseco a nós que permite que a maioria dos seres humanos, não todos, tenha certeza, mas a maioria, passe por isso. É intrínseco a nós nos permitir passar, nos forçar a sobreviver, a permanecer vivo. Depois que você entendeu que vai ser diferente, que a morte não pode ser desfeita, que você vai continuar a viver, a pergunta vira ‘O que eu devo fazer com o resto da minha vida?’.

Pensando duas vezes

Essa matéria da Allure fala sobre novos comportamentos no mundo da tatuagem: apesar de nem tanto mudar quanto à higiene, que já era bastante criteriosa, é provável que as tatuagens por impulso fiquem menos frequentes. Afinal, com horário marcado com antecedência, fica difícil decidir se tatuar de uma hora para outra.

Aderência à compra online aumenta 

De acordo com dados da Neotrust/Compre&Confie, da área de inteligência de mercado, 5,7 milhões de pessoas fizeram sua primeira compra pela internet entre abril e junho, meses de pico do distanciamento social. No mesmo período de 2019, foram 4,3 milhões de aderências ao comércio digital. O varejo chegou a registrar perda de 36% no faturamento, número que só não foi maior graças ao desempenho do ecommerce.

O léxico pandêmico

 
 
 
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Daquelas coisas bobinhas que fazem a gente dar risada: essa lista que mostra transformações de vocabulário pós-pandemia, feita pela New Yorker. Tem coisas como “achatar a curva: tentar caber nos seus jeans depois de três meses de moletom” e “germofóbico: antes, pessoas doidas; agora, todo mundo, exceto pessoas doidas”.

TikTok corre riscos 

Com a justificativa de preocupação com uma ameaça à segurança dos usuários, os Estados Unidos estão considerando banir o TikTok de seu território. Para driblar a medida, é possível que a ByteDance, empresa que hoje controla a maioria das ações do app, venda uma parte da fatia a investidores norte-americanos.

Previsões de consumo, lá vamos nós 

Esse link contém uma pesquisa que buscou compreender o que importa para o consumidor de moda e luxo: até 2026, 61% dos consumidores de luxo serão ou millennials, ou da geração Z. A Highsnobiety e o Boston Consulting Group se propuseram à compreensão do que querem consumir esses grupos: um dos dados é que 54% dos entrevistados sente, desde o estouro da pandemia, algum tipo de aversão à logomania. 

De Zendaya à Meryl Streep

Aqui, a lista de indicados ao Emmy 2020, que deve acontecer em 20 de setembro. A série Watchmen, da HBO, ficou em primeiro lugar nas indicações à premiação. Foram 26 categorias, incluindo melhor ator e atriz em série limitada para Jeremy Irons e Regina King. A Netflix foi a plataforma líder em indicações com 160, estabelecendo um novo recorde, anteriormente ocupado pela HBO, com 137, ano passado. Este ano, a HBO aparece em seguida, com 107 nomeações, incluindo melhor atriz de drama para Zendaya pela série Euphoria. Surpreendeu que Big Little Lies, que ano passado teve muito destaque, só recebeu quatro nomeações, incluindo duas indicações de atuação para Laura Dern e Meryl Streep. 

Meta: diversidade

O Grupo Companhia das Letras anunciou uma série de medidas que visa ao combate do racismo estrutural: contratações editoriais (o recém-criado cargo de editor de diversidade será ocupado pelo historiador Fernando Baldraia); censo entre funcionários e do catálogo; comitê de responsabilidade social; projeto de trainee e estagiários; tradução em libras; projetos editoriais, incluindo uma enciclopédia para ampliar a visibilidade das histórias de cerca de quinhentos negros e negras, a obra de Carolina Maria de Jesus e quadrinhos infantis.

Bohemian Rhapsody

Kendall Jenner abriu sua casa para o Architectural Digest e achei surpreendente o quanto o gosto dela tem um quê boêmio e outro rústico: texturas aconchegantes e toques divertidos como o letreiro neon na sala tornam os ambientes bem maduros.

O que nos molda enquanto indivíduos

Depois de tanta expectativa, estreou na última quarta-feira (29) o podcast da ex-primeira dama dos Estados Unidos, Michelle Obama. A série, que terá ao todo nove episódios, foi criada pelo Spotify em parceria com a Higher Ground e trará conversas de Michelle com familiares, amigos e colegas sobre “os relacionamentos que fazem da gente quem a gente é”: ser mãe, esposa, membro de uma comunidade. No primeiro episódio, com Barack Obama, o ex-presidente retomou sua relação com sua família, traçando paralelos com Michelle. Falando sobre a comunidade negra, Michelle diz que um dos motivos pelos quais se apaixonou pelo marido é que ele é, assim como ela, guiado pelo princípio de que “somos guardiões de nossos irmãos e irmãs.”

Beijos e até semana que vem.

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