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05/11/2020 | Juliana Cunha

Ronda da semana: quando a banalidade é inspiradora

Tudo Lifestyle História

Por que a geração Z aceita brechós tão bem?

Segundo essa matéria do Refinery 29, o interesse da geração Z com as compras em brechós pode ter a ver com o fato de terem entrado na adolescência em meio à crise de 2008, que começou no setor imobiliário nos Estados Unidos e teve impactos globais. Como eles cresceram experimentando algum tipo de freio financeiro, acostumaram-se a buscar formas mais econômicas de consumir moda. Em 2019, de acordo com o Medium, 46% de pessoas da geração Z compraram itens de segunda mão, enquanto para os millennials a taxa é de 37% e para a geração Z o número desce para 18%. A boa notícia? A pandemia já parece estar incutindo a ideia para todas as gerações. 

Para os olhos sorrirem

Lisa Gachet, da marca parisiense cool Make My Lemonade, mostrou seu apartamento para o The Socialite Family, site de décor que a gente ama por aqui. Com uma decoração inspiradora, onde nada é óbvio nem aleatório, a casa respira o clima cheio de significados que Lisa imprime em sua marca. Papéis de parede que à primeira vista podem soar cafonas, móveis que ganham novas funções e uma parede da sala de estar que ganhou uma pintura de nuvens durante o confinamento: só uma palhinha do que você verá. 

O cotidiano como arte

 

A Gama falou aqui de artistas que têm bebido nas fontes mais triviais: janela, café da manhã e praça são algumas das cenas que os levam a fazer arte. Como disse o carioca Edu de Barros, “são elementos banais em que enxergo um potencial para dizer algo além.”

O triunfo jornalístico

Esse resumo explica como o The New York Times cresceu, caiu a ponto de estar à beira da falência e voltou a triunfar financeiramente, mostrando que informação não cai de moda apesar das reviravoltas tecnológicas. É um grande motivador para entender como veículos jornalísticos podem explorar formatos — leia-se Netflix e Spotify — diversos para vender. 

Sotaques cuidadosos

Tre Cotten (Foto: Alana Paterson para o The New York Times)

Sabe quando vemos um filme em que há um personagem brasileiro, mas o ator não é brasileiro, e ficamos incomodados com o sotaque? Parece que esse cuidado finalmente surgirá para Hollywood. Os chamados dialetic coaches, ou treinadoras da dialética, são os profissionais responsáveis por auxiliar os atores a encontrar a fala em termos de tom e discurso de um personagem. Essa matéria explica que cerca de 95% dos profissionais atuantes na indústria do local são brancos, e é agora que o cenário vem mudando. Como regra geral, só percebemos esse trabalho quando algum sotaque soa falso ou esquisito: não há nada pior que um personagem mexicano falando um espanhol argentino, ou algum que diz meia dúzia de palavras em sua língua materna, e logo depois passa a falar em inglês. A chave da mudança? Perceber que representatividade é importante — e dá lucro

Para preencher os sentidos

Na última edição do Podcast da Semana, da Gama Revista, Josimar Melo, renomado crítico de gastronomia e turismo da Folha de S.Paulo, fala sobre as similaridades entre gastronomia e viagem. Ele diz que viajar é não é mero deslocamento físico e, assim como a gastronomia, preenche outras lacunas para além da alimentação: ambas implicam memória afetiva, comunhão entre pessoas, percepções sensoriais e são porta de entrada para conhecer outras culturas, verdadeiras formas de conexão, e é por isso que sentimos tanta falta das duas atividades em meio à pandemia. 

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