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10/12/2020 | Juliana Cunha

Ronda da semana: privacidade, kidcore e cores do ano

Tudo Lifestyle Moda História

A moda das uvas

Atenção: compras não recomendadas para quem não sabe diferenciar vinhos de R$80 dos rótulos de R$3.000. Brincadeiras à parte, a Elle conta aqui sobre as marcas de luxo que estão investindo no mundo do vinho. Seja no controle de vinícolas, seja na produção de rótulos especiais em lotes concorridos, nomes como Salvatore Ferragamo prometem bebidas saborosas — e designs lindíssimos

O que a internet faz com a privacidade...

O programa Além do Meme, do jornalista Chico Felitti, investiga nesse episódio o caso de um personagem que ficou famoso há oito anos: Chico não traz à tona o nome do (então) menino, e achei as razões tão justas que vou seguir o mesmo princípio, mas trata-se do protagonista de um vídeo que fala sobre seu Bar Mitzvah, seu amor pela praia da Baleia e cujo vídeo se populariza a ponto de torná-lo uma personalidade na faculdade onde estudou, nos trabalhos que teve e de carregar o fardo da invasão de privacidade. O tema aqui é o direito ao esquecimento na era da internet, e como um meme pode ser um pesadelo.

… E será que podemos driblá-la?

Aqui, na Gama, um programador conta como rastreou e eliminou seus vestígios na internet e dá dicas para fazer o mesmo. Sem soar desesperado, ele explica em passos simples como foi sutilmente desligando o acesso a dados sobre ele. 

Borogodó de lá

Eis a dose estética desta ronda: a casa da pintora brasileira Lise Grendene apareceu no Architectural Digest, ao qual ela falou sobre sua predileção por obras de mulheres e por peças de mobiliário que traduzam o borogodó brasileiro, mesmo que não tenham a brasilidade no DNA. 

Nova era para a Chloé

Aqui, o WWD explica como a entrada de Gabriela Hearst como nova diretora de criação da Chloé é um passo significativo na jornada de propósito da marca. A estilista, cujo nome é tido como sinônimo de sustentabilidade, vem para substituir Natacha Ramsay-Levi. O CEO da grife, Riccardo Bellini, falou ao veículo que sua “poderosa visão de uma moda mais responsável personifica os valores e o senso de comprometimento da mulher Chloé de hoje.”

O centenário de Clarice

Esta semana, pipocaram rede afora matérias, pensatas e compartilhamentos acerca do centenário de Clarice Lispector, que completaria 100 anos no último dia 10. Em sua derradeira entrevista, às vesperas de completar 57 anos, disse que a leitura de suas obras tinha menos a ver com complexidade e mais com identificação: “Não se trata de inteligência, mas sim de sentimentos, de entrar em contato.” Nascida na Ucrânia, Lispector revolucionou o que se tinha de literatura em terras brasileiras com sua intensidade: “É uma autora selvagem, pouco polida, como se caísse no mundo com muita fome. Nela você percebe fome, sede, amor, paixão. É muito pouco intelectual”, explica o estudioso de sua obra Eucanaã Ferraz, do IMS, em entrevista ao El País. Essa matéria, inclusive, engloba Clarice para além de sua escrita: ela foi dona de sua história. 

Miçangas e tic-tacs mais questionadores do que nunca

Presilhas divertidas, colares de pedrinhas, estampas de margaridas, patchworks com todas as cores do arco-íris, blusas de alcinha com umbigo de fora, bolsas de miçanga: a estética do kidcore tomou conta primeiro do TikTok, depois do Instagram, e está onde quer que você olhe. A nostalgia dos anos 90 e início dos anos 2000 remonta a, além de uma aparência divertida, um sinal de esperança. É o que diz essa matéria da Nylon. Segundo uma das entrevistadas, o kidcore é uma “rebelião contra a contínua sexualização e as imagens minimalistas que definiram o mundo da moda por tanto tempo.” Quem diria que o look à la Lizzie McGuire poderia ser tão revolucionário. 

 Por trás das escolhas da Pantone

 
 
 
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Uma publicação compartilhada por PANTONE (@pantone)

Aqui, a Vogue destrincha, em papo com Laurie Pressman, vice-presidente do Pantone Color Institute, o que há por trás das escolhas tonais deste ano. As cores “Ultimate Grey” e “Illuminating yellow”, selecionadas pela maior referências da indústria para o ano de 2021, vieram da percepção de que, em um momento em que a conexão com outras pessoas é tão essencial e traz esperança, a escolha só poderia ser de duas cores, que representam a união.

Beijos e bom fim de semana,

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