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21/01/2021 | Juliana Cunha

Ronda da Semana: padrões da geração Z & o impacto de escolhas fashion

Tudo Lifestyle Moda História

Outro patamar de cultura

Nem música, nem internet, nem aplicativos: o que define as novas gerações são os games. Quem crava a afirmação é o analista de tendências Sean Monahan para o The Guardian. Para ele, os games se beneficiaram com o período pandêmico, claro, mas isso foi apenas um catalisador de um movimento que já vinha se delineando. Os games, diz ele, são mainstream "há décadas. Mas seu lugar na cultura pop parece hoje muito mais central – para jogadores e não jogadores – do que nunca.” Isso porque hoje o ponto de encontro, mais do que baladas, bares e festas, é o ambiente online. Ele ainda pontua que os games hoje simulam experiências sociais, o que tem algo a dizer sobre a convivência de hoje em dia. 

Big Apple lovers, atenção!

Essa é para vocês: a série “Faz de conta que Nova York é uma cidade”, com roteiro primoroso de Fran Lebowitz, é perfeita para alimentar o fascínio por Nova York — e até gostar de seus defeitos. Dirigidos por Martin Scorsese, os episódios vêm a público recheados do tom agridoce e muito, muito sarcástico de Lebowitz, emoldurado pelo olhar do amigo de longa data. A dupla deu uma entrevista ao The New York Times, aqui traduzida pela Folha de S. Paulo.

Como outras pessoas lidam com sexo

No Cup of Jo, essa entrevista com Shaina Feinberg e Julia Rothman — amigas, colaboradoras de uma coluna ilustrada quinzenal no The New York Times e autoras de um livro chamado Every Body — revela histórias sobre vergonha, tabus, dor e medo em relações sexuais.

O novo jogo da moda nacional


Avessos ao fim do jogo, quatro estilistas brasileiros revelaram à Vogue como estão redesenhando as regras para seguir criando. No fim da era das coleções determinadas pela sazonalidade, personalidades como Carina Duek (acima, sua Casa Cipó) e Renata Sarti tiveram que reinventar seus conceitos para dar início a novos ciclos.

Padrões de uma dupla

Essa análise do The Cut fala sobre o desfile masculino da Prada em Milão que aconteceu esta semana, mas também sobre o que resulta da criação conjunta de Miuccia Prada e Raf Simons: “Se já houve alguma dúvida de que o tema da Prada é a Sra. P — o que a fascina, o que entretém — isso deveria ter sido esclarecido quando ela disse, numa entrevista pós-show, “Eu nunca fiz nada para ninguém.” Ela fez por ela mesma. Esse desfile, que aconteceu em salas coloridas, forradas de pele, traz a ideia de uma vestimenta única, uma espécie de macacão, paramentada por materiais e padrões diversos, e amparada por sobretudos, jaquetas bomber e suéteres.

Moda impactante

Quando a moda vai de encontro à política, já sabemos: tem significado por aí. Aqui, no Nossa, uma análise sobre a escolha de Joe Biden para a posse. Ao optar por um terno Ralph Lauren, marca que desde os anos 1990 tem diversidade e inclusão como elementos essenciais para a lucratividade e imagem da marca, Biden firma seu propósito de ser um líder inclusivo. 

Quando os millennials se percebem… velhos?

Aqui, no Dazed, um debate sobre como os millennials se incomodam com o fato de a geração Z incorporar tendências antigas — como a estética kidcore, da qual já falamos aqui, as calças de yoga (aquelas de ginástica justas na coxa e largas na perna, que agora são chamadas de flared leggings, nas fotos acima) e outras modas que remetem à nostalgia. Claro, a moda é cíclica, mas as tendências da época millennial parecem vir desprendidas do contexto todo onde nasceram, e os millennials não conseguem superar como elas voltam à tona tão fashionistas ou revisitadas, como se estivessem sendo usadas sem a permissão de um grupo que já as superou. Segundo uma das entrevistadas, parece que as pessoas de 20 e tantos ou 30 e poucos sentem que merecem mais créditos pela moda que criou — e a geração Z, claro, está só fazendo o que os próprios millennials fizeram com a moda dos anos 80.

Um sopro de esperança

Esse texto delicinha do The New York Times fala sobre como fantasiar com o futuro é cientificamente positivo para qualquer um: as horas que passamos sonhando acordados sobre planos futuros são valiosas porque ajudam a escapar à rotina e cultivar esperança e resiliência. Em tempos assim, não é de se jogar fora que algo tão pequeno possa nos ajudar, não é? Em que você vai investir sua cota de fantasia?

Beijos e bom fim de semana!

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