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26/11/2020 | Juliana Cunha

Ronda da semana: novos rumos da moda, vida digital e body checking

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Complexo de vira-lata

Depois de reportagens diversas circulando por São Paulo e Rio de Janeiro para mostrar as aglomerações em praias, bares e festas clandestinas, achei interessante perceber como associamos isso à nossa nacionalidade: “tinha que ser brasileiro”. Enquanto isso, o The Cut publicou essa matéria sobre a vida noturna de Nova York, que migrou para o cenário underground. Fora da mira das autoridades, as festividades secretas se intensificaram e cresceram em variedade, e nelas surgem as mesmas questões que vemos por aqui: falta de ventilação, pessoas sem máscara, álcool, drogas e muita proximidade física. 

Xadrez na moda

 

A série “O Gambito da Rainha” me levou no embalo no último fim de semana: maratonei de cabo a rabo e fiquei hipnotizada, mesmo sem entender nadinha sobre o jogo de tabuleiro. O que me prendeu mesmo foi a relação de Beth Harmon com o vício, a evolução da personagem e, claro, o figurino. Tendo como pano de fundo a contracultura dos anos 60, as roupas de Beth, interpretada por Anya Taylor-Joy, têm modelagem impecável e estão sempre cercadas de referências como Pierre Cardin e André Courrèges. A Vogue analisou as escolhas da figurinista Gabriele Binder aqui

Ainda sobre o que há por trás da série

O The New York Times falou com a húngara Judit Polgar, a única mulher no top 10 do xadrez mundial, que se aposentou em 2014. Ao jornal, ela falou sobre as sensações de déjà vu ao assistir Beth Harmon e sobre como a série suaviza o machismo intempérie da realidade enxadrista: “Houve oponentes que se recusaram a apertar as minhas mãos. Houve um que bateu com a cabeça no tabuleiro depois de perder.”

O que é a moda no universo do Youtube

Esse papo com Derek Blasberg, diretor de moda e beleza do Youtube, traz insights interessantes sobre o que a empresa tem promovido no segmento e como não só mantém, mas também aumenta sua relevância perante a audiência.

Seria a moda sem gênero uma realidade latente?

 

Depois de estampar Harry Styles sozinho e usando um vestido em sua capa, a Vogue norte-americana publicou o artigo “O futuro do varejo é agênero”, em que destrincha como a moda sem gênero é mais que uma onda: é um conceito que veio para ficar. Usando o argumento de que pedaços de tecido não têm gênero, a Vogue defende que, de agora em diante, o sistema da moda, dos códigos aos produtos, estão unificados, sem divisão por gênero. Brigitte Chartrand, vice-presidente da linha feminina da Ssense, que vende de marcas renomadas a linhas independentes, reconhece que “estilo pode ser fluido e flexível”, mas aponta que o consumidor médio ainda tem resistência ao tema quando compra roupas.

Análise compulsiva

Essa matéria da Vogue fala sobre o body checking, comportamento que deriva da insatisfação com a própria imagem: é a recorrente atitude de se checar no espelho, de apertar gorduras, de analisar cada centímetro do seu corpo e se comparar de forma até obsessiva com outras pessoas. Essa prática, bastante associada a transtornos alimentares e psicológicos, é assunto de fala de mulheres que a venceram.

A arte de tornar o impossível real 

O homem contratado para construir coisas impossíveis: esse perfil do carpinteiro Mark Ellison — que também faz as vezes de soldador, escultor, empreiteiro, marceneiro, inventor e até designer industrial, a depender do nível de complexidades dos projetos que assume — faz mergulhar numa realidade distante da alta sociedade nova-iorquina. O profissional contou à New Yorker sobre sua rotina de construir casas para o mais alto escalão da cidade: “Eu não teria esse emprego na maioria das cidades da América. Esse trabalho não existe nesses lugares. É muito idiossincrático”, definiu ele.

Vem aí a Flip digital 

A edição de 2020 da Flip vem em formato inteiramente digital, com mesas online para debate em versão online e gratuita. Primeiro evento a não ter autores homenageados, a Flip recebe este ano nomes como Lilia Schwarcz, que acaba de lançar A Bailarina da morte e Dicionário da República, em parceria com Heloísa Starling; a romancista Ana Paula Maia, de Enterre seus mortos; e a poeta e tradutora Stephanie Borges, que publicou ano passado seu primeiro livro, Talvez precisemos de um nome para isto. Confira mais detalhes aqui

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