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28/01/2021 | Juliana Cunha

Ronda da Semana: desfiles lúdicos e perguntas sem resposta

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E quando o sonho não é seu?

Sensível e cirúrgico, esse texto do The New Yorker traz a visão de uma filha de imigrantes e sua trajetória quase profissional de sobrevivência. A equatoriana Karla Cornejo Villavicencio, autora de “The Undocumented Americans” descreve sua jornada para alcançar o sucesso, recompensar seus pais pelos árduos esforços e, claro, protegê-los da ilegalidade. “Esse é o pacto entre imigrantes e seus filhos nos Estados Unidos: eles nos dão uma vida melhor, e nós gastamos o resto dessa vida tentando entender quanto da nossa carne vai pagar por essa dívida.”

Fugindo da indústria ou alimentando-a?

Dica de livro ainda não publicado em português: o de Gabrielle Korn, ex-editora-chefe da Nylon, que traz uma provocativa e íntima coleção pessoal e profissional de pensamentos sobre como a mídia é hipócrita em se tratando de feminismo, padrões de beleza e outros temas que nos tocam diariamente. Um resumo de Everybody (Else) Is Perfect: How I Survived Hypocrisy, Beauty, Clicks, and Likes? O capítulo que ela fala de anorexia e joga ao vento um questionamento sobre viver entre o feminismo e seu distúrbio alimentar. O trecho está aqui, no Refinery29.

Onda mística

Quem disse que a moda da bruxaria não chegaria à alta costura? “O que eu gosto do tarô é que quando você está em um momento difícil, algo que é mágico pode ajudar a pensar melhor”, declarou Maria Grazia Chiuri, diretora criativa da Dior, ao apresentar a coleção Primavera Verão 2021. A história que pautou a linha, então, descreve uma menina que entra em um castelo labiríntico que representa um viagem de autoconhecimento. Conforme ela encontra figuras das cartas de tarô, ela toma decisões sobre sua vida. Permeada por referências renascentistas, como corsets, brocados e plissados, a coleção revela um universo mágico — não estamos todos precisando acreditar mais?

Desbravando a moda lúdica

Ainda no território da moda, o start da semana de desfiles veio com Schiaparelli e sua terceira coleção com a assinatura de Daniel Roseberry. Sempre irônico, ele trouxe uma atmosfera surrealista que brinca com os significados estabelecidos para "alta costura", embutindo sua extravagância lúdica no campo da elegância. 

Marie Kondo não foi a primeira

Pasmem: a história do Japão com organização começou muito antes da guru dos dias de hoje. Kondo nem havia nascido e a cultura japonesa já pregava o desapego e o minimalismo, e é isso que essa matéria do The New Yorker investiga. A autora, a japonesa  Hiroko Yoda, rememora sua infância e como ambos família e sociedade pareciam reforçar o padrão da arrumação.

Industrial ao pé da letra

Nossa dose de beleza decorativa da vez vai para esse loft industrial em Nova York (só podia!) que apareceu no Architectural Digest. Habitado pelo executivo do eBay Bradford Shellhammer, é daqueles espaços com personalidade: tem uma curadoria de arte digna de expert (mas feita pelo casal de moradores) e um toque industrial ao pé da letra, com tubulação aparente e azulejos sem rejunte. “Minha maior influência é Andy Warhol, sem dúvida”, define ele. 

Sem arrependimentos

No Cup of Jo, sete mulheres dividem os porquês de suas decisões de não terem filhos. Em uma sociedade que ainda questiona e mal aceita mulheres certas de que podem ser completas sem essa experiência, é interessante descobrir quais os gatilhos e manutenções para essa escolha. Ah, dica de livro para complementar o debate sobre maternidade: A Cachorra, de Pilar Quintana. 

Beijos e bom fim de semana!

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