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16/07/2020 | Juliana Cunha

Ronda da semana: capa histórica, collab da vez e bolhas de convívio

Tudo Moda Lifestyle Beleza História

Esta semana, na ronda: reflexões sobre a flexibilização da quarentena e o comportamento esperado para esse momento, a collab da Fenty com Amina Muaddi, a capa história da Vanity Fair e o declínio da korean beauty na China. 

Fenty x Amina Muaddi

 
 
 
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A notícia mais falada da semana foi a parceria da Fenty de Rihanna com Amina Muaddi. A designer de sapatos com saltos geométricos e mais largos na base ganhou popularidade após ser usada por nomes como Kim Kardashian, Hailey Bieber, Kendall Jenner e Gigi Hadid. Os quatro sapatos da coleção-cápsula com a Fenty foram lançados no último dia 15 (quarta-feira), e é a primeira vez que a marca de Rihanna se lança no mundo dos sapatos. Modelos de salto com amarrações e mule com telinha são alguns dos designs da collab. 

Com a flexibilização da quarentena, como fica o isolamento?

Li dois textos que trouxeram à luz questões que estão em voga agora, com a quarentena sendo flexibilizada. Aqui no Brasil, onde nunca houve um decreto de lockdown, as pessoas fizeram do isolamento uma autoimposição e alguns grupos sociais — os com privilégio o suficiente para fazê-lo — incorporaram esse modus operandi à rotina. Agora, com o comércio, bares e restaurantes inclusos, voltando a funcionar (e mais: um esgotamento mental de estar isolado), como podemos ou devemos nos comportar?

O UOL Tab falou aqui sobre a ideia de entender os “diferentes níveis de exposição ao vírus para tomar decisões bem informadas quando elas precisarem ser tomadas, reduzindo a chance de contaminar outras pessoas. E isso inclui o momento em que o isolamento se torna uma carga mental pesada demais” e sobre possíveis bolhas de convívio em pequenos encontros. 

essa matéria na Elle, escrita pela jornalista Ana Beatriz Rosa, explica que, conforme cada um sente onde seu calo aperto e avalia suas novas prioridades, o processo gera emoções válidas como culpa, vergonha e medo. Um dos entrevistados frisa que por mais que você acredite na importância da quarentena, todos temos limites: “Não somos infinitamente elásticos. A gente quebra. Precisamos ponderar a nossa moralidade versus a matéria-prima de que a gente é feito. E esse é um exercício muito difícil, porque significa que a gente precisa sair da nossa moral binária.”

 Na capa e no backstage

 
 
 
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A capa de julho/agosto da Vanity Fair tem duas boas notícias: além da capa com Viola Davis, primeira atriz negra a receber o que é chamado de Tríplice Coroa de Atuação (já que venceu prêmios do Oscar, Emmy e Ton), é também a primeira capa da história da revista feita por um fotógrafo negro, Dario Calmese. A editora Radhika Jones, em sua carta ao leitor, pontua que houve apenas 16 capas com pessoas negras nos 35 anos do veículo. Essa é, então, duplamente histórica. 

Quando todos os dias parecem iguais…

A Margem newsletter indicou o filme Palm Springs, distribuído pelo Hulu. É uma comédia romântica em que Andy Samberg é Nyles, que está em um rancho em Palm Springs com a namorada, em um casamento. A namorada o trai, e na festa ele fica com uma convidada, Sarah (Cristin Milioti). De repente, Nyles é atingido por uma flecha. Ele se arrasta até uma caverna e diz para Sarah não segui-lo, mas ela vai, e então ela passa a acordar sempre no dia do casamento, assim como Nyles e Roy, quem atirou a flecha. Segundo a Margem, é um bom filme para quem está em quarentena dentro de casa há quatro meses, vivendo um dia após o outro sem perspectiva real de mudança nessa rotina

Cliques rápidos para se maravilhar

Aqui, no Belezinha, uma seleção de hidratantes labiais para um boost na pele dos lábios, todos com o review de expert da Vânia Goy. 

E aqui, no Apartment Therapy, que tem as melhores casas com cara de casa (e não de cátalogo), essa decoração colorida e vida real — amei essa paredona de livros!

K-beauty: a decaída?

Esse texto da Vogue Business explica por que marcas coreanas de beleza estão perdendo espaço na China: resumidamente, o modelo de negócios delas não atinge mais as consumidoras chinesas como antes. As marcas, que focam em produtos e não no branding geral, não conseguem mais impactar as clientes com o fator novidade, que se tornou obsoleto. Vale a leitura completa. 

De taça em taça 

Não sei você, mas eu e minha bolha certamente intensificamos o consumo de vinho. Não de cerveja ou drink, bebidas que associo muito mais à vida social (leia-se bares). Sempre tive o costume de tomar vinho quando em casa, mas agora tenho feito isso com mais frequência. E não sou a única ao que parece: o Estadão conta aqui que a venda de vinhos e espumantes cresceu 12% entre janeiro e maio de 2020, na comparação com o mesmo período de 2019. Mesmo considerando o cenário global, o resultado positivo é surpreendente porque o maior canal de consumo de vinho são os restaurantes, cujas atividades foram bruscamente reduzidas. Agora, vinho virou assunto de e-commerce e de supermercado, o que impulsiona, inclusive, o mercado nacional. 

Como vai sua frequência alcoólica por aí? Um brinde a isso. Beijos e até semana que vem. 

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