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31/10/2017 | Team iLove

Mini Roteiro Cool Para Uma Quick Trip Escandinava

Lifestyle História

Mini Roteiro Cool Para Uma Quick Trip Escandinava

Aqui no iLovee, estamos sempre ligadas em destinos cool para viajar e sair do óbvio. Mas, não é sempre que temos um grande período de férias para dedicar a uma trip em outro país – às vezes, tudo que temos são uns dias livres e talvez umas horinhas a mais de escala. Esse foi o caso da mais recente trip da Maria Luísa Alves, integrante do iLovee team que vive na Europa. Depois de uns dias off, pedimos para ela montar esse mini roteiro para uma viagem rápida para a Escandinávia – região que engloba a Suécia, a Dinamarca e a Noruega – pelo olhar de quem acabou de voltar de lá. Com a palavra, Maria:

Aqui na Europa já é outono. E para agitar a meia-estação, pensei em substituir os destinos comuns nessa época do ano pelos países nórdicos (ou parte deles, já que não consegui incluir a Noruega). Desse jeito, eu poderia experimentar o frio que lá é tão presente, mas não congelaria como se viajasse em pleno inverno. Dito e feito! Peguei um frio considerável para brasileiros (cerca de 3°C em Estocolmo com muito vento e 10°C com tempo chuvoso em Copenhagen), mas foi suportável. Dica para não esquecer: é bom apostar em casacos bem quentinhos, meia calça por baixo da calça, luvas, cachecol e até gorro. Sim, é a oportunidade perfeita de tirar a poeira das peças mais pesadas do armário!

24 HORAS EM ESTOCOLMO

Chegamos na capital da Suécia por volta do meio dia, mas o melhor é chegar o mais cedo possível para poder aproveitar mais e melhor – e pegar o comércio aberto, afinal, como anoitece 17:30, a parte de sol é bem curta e a cidade se adapta a esses horários. Eu particularmente passei muito frio porque não estava devidamente agasalhada (a sensação térmica era muito baixa por conta do vento), então é muito importante estar quentinha para aproveitar o passeio com tranquilidade e conforto.

Conhecemos nas 24 horas que ficamos por lá o City Hall, que é o Conselho Municipal de Estocolmo, a Prefeitura de lá. É possível fazer um tour por dentro, conhecendo as salas e vendo todo o funcionamento, mas infelizmente estava fechado. A parte boa é que a parte de trás do City Hall, que estava aberta, dá para um espaço com uma das vistas mais lindas que já vi! Vale super a pena.

 

Mas o mais lindo de Estocolmo mesmo é que é uma cidade formada por várias ilhas, e em cada uma delas é possível visitar museus, praças e toda a parte turística da cidade – inclusive, se for optar por transporte público, o ticket dá direito também ao barco, garantindo ótimas paisagens durante a travessia pelas ilhas. Como eu não tinha muito tempo, fomos somente em uma das principais ilhas, Stadsholmen, que é onde fica Gamla Stan, a parte antiga da cidade (conhecida por “old town”). Um dos lugares mais famosos dessa região é a praça Stortorget, que tem umas casinhas coloridas supercharmosas. Por lá, também fica a Rua Stora Nygatan, conhecida pelas lojinhas de souvenirs. Uma mais fofa que a outra!

Gamla Stan foi realmente a parte mais encantadora de Estocolmo para mim. As ruelas parecem saídas de um filme medieval!

 

Uma curiosidade é: Estocolmo não aceita dinheiro em papel. A moeda lá é a coroa sueca, e, quando cheguei, troquei uma quantidade para passar um dia, e fui surpreendida quando tentei comer em dois restaurantes diferentes e me disseram que não era possível pagar com dinheiro, apenas cartão. Conversando com um funcionário, ele me explicou o porquê: “é uma ‘cashless society’”. Pesquisei sobre e, realmente, a Suécia é o país dominante no movimento de abandono do dinheiro físico. Cada vez mais, os estabelecimentos, bancos e até ônibus só trabalham com cartão ou pagamento digital.

Uma superdica é não levar dinheiro físico em coroas suecas, mas sim habilitar o cartão de crédito! Isso vai evitar dores de cabeça de não poder consumir em um lugar que você gostou muito.

 

Eu diria com certeza que um dia não é suficiente para conhecer toda a beleza de Estocolmo, porque isso significaria passar pela maioria das ilhas, mas, para quem não tem muito tempo (como o meu caso), qualquer dia passeando pela cidade já é necessário para se encantar com todo esse charme. Mais que atrações turísticas, Estocolmo é uma cidade pra ser vivida e experimentada, pelas suas ruazinhas lindas e sua enorme quantidade de paisagens com água – que eu particularmente amo!

48 HORAS EM COPENHAGEN

Em Copenhagen, capital da Dinamarca, as temperaturas não estavam tão baixas, mas a chuva (que, para mim, deixa a cidade ainda mais charmosa!) diminui a sensação térmica. Então, anote: foi para a Escandinávia no Outono ou Inverno, invista em casacos bem grandes e quentinhos.

No primeiro dia, visitamos o Palácio de Christiansborg, que tem a sede dos três poderes. Lá, tem uma torre que pode ser visitada gratuitamente e tem uma vista bonita da cidade – mesmo que encoberta por nuvens. De lá, passamos por Stroget, que é o centro de Copenhagen (mas falarei detalhadamente dele mais tarde!), e fomos em direção à avenida Vesterbrogade, uma grande extensão de lojas, restaurantes e estabelecimentos. É lá que fica o famoso Tivoli Park, o maior parque de diversões do mundo.

De lá, seguimos para ver a estátua da Pequena Sereia, um dos principais pontos turísticos de Copenhagen – que inspirou o desenho infantil. A estátua em si é pequena e nada de mais, mas o mais legal é que ela é localizada dentro de uma espécie de parque chamado Kastellet. Ele é, na verdade, uma cidadela, construída em formato de uma estrela de cinco pontas rodeado por água em todos os lados.

Foi o parque mais lindo que já vi na vida. As folhas secas todas caídas no chão devido ao Outono o deixou simplesmente incrível!

 

Outro ponto famoso da cidade é o Nyhavn, uma espécie de Porto, de onde partiam navios antigamente – há até um monumento ali dedicado aos marinheiros mortos na Segunda Guerra. O legal dessa região é que é rodeada de bares e restaurantes, super turístico.

No segundo dia, dedicamos um tempo para conhecer a Christiania, que é uma região autônoma de Copenhagen onde vive uma sociedade anarquista, com regras próprias – uma delas, inclusive, é a proibição de fotos. Por isso, nada de registros! Mas há quem tenha ido contra essa regra e publicado fotos em blogs afora, então, o Google pode sanar sua curiosidade. Ela é incrível de se conhecer porque é algo que não costumamos ver por aí, cada casinha foi construída à maneira dos moradores. É tudo muito colorido e uma experiência social super ímpar.

Dediquei o resto do tempo desse dia, antes de ir embora, para conhecer a fundo o Stroget e comprar minhas lembrancinhas, além de experimentar uns doces por ali. É uma região super agradável de se passear – inclusive, foi proibida a circulação de carros por ali, o que melhorou muito a região, segundo os moradores.

 

Um ponto que preciso mencionar é sobre o estilo das dinamarquesas. Achei impressionante como elas são despretensiosamente estilosas, assim como as francesas! Pelo frio, usam muitos casacos de pele ou sobretudos, e muitas botinhas.

As mulheres andavam com o cabelo solto, às vezes sem maquiagem, e ficavam surpresas quando eu as abordava para registrar o seu look.

Conhecer essas duas cidades, pra mim, foi algo que valeu cada segundo gelado e chuvoso. São nitidamente países bem diferentes do Brasil, de “primeiro mundo” mesmo, e a diferença é marcante – desde a quantidade de bicicletas nas ruas até a própria abolição do dinheiro físico.

SHOP MALA DE VIAGEM DA MARIA

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