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19/09/2019 | Juliana Cunha

Estilé: por trás das bolsas de Beatriz Carvalho e Victoria Beukers

Tudo Moda História

Simbiótica: um bom adjetivo para definir a relação entre Beatriz Carvalho e Victoria Beukers. As duas têm uma amizade que vem de outra geração (as avós delas já eram amigas, assim como os pais), e uniram forças para abrir a Estilé, marca de bolsas de acrílico que tem apenas dois anos, mas cujas peças vivem esgotadas - o sucesso é cristalino.

Com formações de áreas distantes da moda - Beatriz é publicitária; Victoria, administradora - elas consideram que a experiência em suas áreas de origem criou uma visão estratégica para empreender. “Tomamos conta de tudo, do financeiro à comunicação”, divide Victoria. Quanto à divisão interna das tarefas, Victoria toca a parte comunicacional, enquanto Beatriz se responsabiliza pela logística e organização. Mas claro, os palpites vêm e vão, e a criação fica a cargo de ambas. “A gente se complementa muito”, conta Beatriz. 

Acrílico sim, por que não?

Recapitulando a história da Estilé, ela começou com um bate-papo descontraído sobre o desejo de Beatriz e Victoria de ter uma marca: elas queriam algo disruptivo, que fosse icônico. Primeiro focaram em moda, depois pensaram em roupas, aí chegaram à ideia dos acessórios. Mas se acessório é sinônimo de “dispensável”, a bolsa da Estilé segue o caminho oposto e fala por si só. A comunicação segue nessa linha, e frases como “your most iconic self” (sua versão mais icônica) estão totalmente sintonizadas com o impacto das peças. 


O grande diferencial? O acrílico, material que é base para todas as criações da marca e combina design à durabilidade. “Partimos do material, pensando em murano e mármore, e tivemos o clique do acrílico, que é um canvas. Ele por fora é liso, mas por dentro tem diversas texturas e permite uma infinidade de coisas”, explica Beatriz. Com maximalismo como palavra-chave, a Estilé encontrou no acrílico seu DNA. 

Outra característica da grife é o processo artesanal, que limita a tiragem e torna os itens exclusivos. “Abrimos mão do lucro e descontinuamos coleções para acompanhar essa ideia da exclusividade. Queremos que nossas clientes se sintam únicas”, desenvolve Victoria.

Para complementar essa sensação, as sócias prezam muito pela experiência de compra.  “Nosso público tem uma aceitação muito grande quanto ao digital, e para nós é importante que o site seja fácil de navegar e que a entrega seja rápida. O objetivo é sempre que a bolsa esteja nas mãos da consumidora no mesmo dia ou no dia seguinte para surpreendê-la”, conta Beatriz. “Não temos interesse em ter uma loja física própria, mas vender em multimarcas que tenham a ver com nossa identidade seria bem interessante”, diz Victoria. 

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