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04/09/2018 | Isadora Diógenes

Empreendedorismo, Business de Sucesso e 3 Power Mulheres

Moda História Tudo História


Novos modelos de negócios, livros escritos, valorização do olhar feminino… As pautas são várias quando paramos para conversar com as empreendedoras Fabi Saad, Sofia Patsch e Mariana Ribeiro

A Fabi e a Sofia são as fundadoras do Mulheres Positivas, um projeto incrível que, em parceria com o Estadão, conta a história de mulheres que fazem a diferença por aí. Já a Mari Ribeiro, bom… Apostamos que você já a viu por aqui. Nossa founder e CEO comanda o iLovee, que hoje é um dos maiores sites de curadoria online do país. E o que essas três power musas tem a ver, além dos business de sucesso? Muita gente ainda não sabe, mas hoje o iLovee também é parceiro do Mulheres Positivas, fazendo a captação e edição dos vídeos que vão ao ar.

Para contar mais sobre essas histórias e parcerias, convidamos esse trio poderoso para estrelar a matéria-editorial com styling da Twenty Four Seven, marca cool que está na nossa curadoria e que tem no seu DNA o vestir mulheres fortes e poderosas. Os cliques rolaram no coworking BRAIN, um lugar que acredita na troca de experiências e no processo contínuo de inovação e expansão da consciência, ou seja, tudo conectado e com muita inspiração.

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A DEFINIÇÃO DE BUSINESS WOMAN

Fabi Saad é a personificação de business woman. Ela é formada em comunicação, tem mil cursos na área, atua como executiva no mercado digital, já foi colunista da Forbes e já escreveu dois livros, o “Dicas de Mulheres Inspiradoras no Comando de Suas Carreiras” e o "Mulheres Positivas". Ufa!

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iLovee: Fabi, sua agenda deve ser uma loucura! No meio disso tudo, como surgiu a ideia do projeto Mulheres Positivas?

F: Eu sempre fui uma apaixonada por empreendedorismo feminino e, quando estava escrevendo meu primeiro livro, comecei a ressignificar muitas ideias. Em um determinado momento da vida dessas mulheres, elas não queriam mais crescer profissionalmente e seus objetivos passavam a ser impactar positivamente o ambiente em que elas estavam inseridas. Daí surgiu a ideia do segundo livro. Em paralelo a isso, já tinha a Sofia com a ideia de um espaço na grande mídia que falasse diretamente com as mulheres e resolvemos lançar em parceria com o Estadão. No começo era tudo da forma tradicional, fazíamos as entrevistas com essas mulheres, transcrevíamos e virava um capítulo, só depois veio a ideia dos vídeos.

iLovee: Conta mais sobre como o iLovee entrou nesse novo momento e conta pra gente um nome que já passou pelo programa e te marcou... 

F: Sou amiga da Mari há muitos anos e sempre a admirei como mulher e empresária. Fomos tomar um café, resolvemos unir forças e a parceria já tem quase um ano com muitos frutos! Agora um nome que passou pelo programa e me marcou... Bom, todas elas me marcaram de alguma forma e é difícil falar só um nome que encantou mais, sou apaixonada por pessoas e trajetórias de vida. Mas, infelizmente, já aconteceu de perder admiração por uma delas pós-entrevista, pois ela quis aproveitar o espaço para fazer uma propaganda própria e, no programa, nós queremos conhecer histórias… Falamos com mulheres que são a primeira geração alfabetizada da família e com mulheres que já nasceram em berço de ouro. Nosso objetivo é sempre mostrar que o importante é o que você faz, não importa de onde você vem.

iLovee: Vamos aproveitar essa oportunidade para devolver o bate-bola que vocês sempre fazem nas gravações, rs! Cite uma mulher, um livro e um filme que te inspira.

F: Nossa, vamos lá, rs! Uma mulher que admiro é Arianna Huffington, co-fundadora do site Huffington Post; um filme é o Gladiador; e um livro é Semente da Vitória, de Nuno Cobra.

JORNALISTA, EMPREENDEDORA E MÃE SEM PERDER O ESTILO

A Sofia é a outra ponta que deu origem ao Mulheres Positivas. A jornalista, que trabalha no Estadão há sete anos, sentia falta de um espaço que conversasse diretamente com as mulheres, indo além das “hard news”. 

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iLovee: Sofia, como você viu a oportunidade de espaço para o Mulheres Positivas no Estadão?

S: Eu sempre entrevistei personalidades para a coluna que escrevo, mas sempre senti falta da mulher na grande imprensa. Uma conversa de verdade com o público feminino, indo além da hard news. Claro que a notícia quente é importante e nós precisamos dela, mas eu queria também uma leitura gostosa e inspiradora. Nesse processo, percebi também um espaço para o online dentro do jornal. Eu sempre acompanhei a carreira da Fabi e ela veio com a ideia de transformar essas entrevistas do último livro dela em um programa para a internet. Na hora, pensei que matamos a charada para criar esse diálogo e o jornal amou a ideia! Inclusive, o segundo livro dela se chama Mulheres Positivas também, mas fui eu que quis manter o nome para o projeto porque sempre achei algo direto e positivo de todas as formas, digamos assim.

iLovee: E como vocês escolhem os nomes que vão aparecer no programa? Você lembra quem foi a primeira mulher positiva?

S: Claro! Foi a Constanza Pascolato que, para mim, é um maior exemplo de mulher positiva, que não se leva a sério e inspira por onde passa. No começo, fizemos uma lista de mulheres que queríamos entrevistar e, nesse um ano, foram aparecendo diversas histórias através das assessorias e do próprio boca a boca. Vamos achando histórias incríveis, que a grande mídia não dava espaço e eu acabo saindo das gravações inspirada a ser uma mulher melhor.

iLovee: Agora uma dúvida geral de muitas mulheres que estão gravidíssimas também: como manter o estilo e identidade aliado à esse novo momento? Como está sendo conciliar tudo isso? 

S: Minha rotina é uma loucura, às vezes preciso ir para o jornal e de lá já sair para um evento, sabe? Sou uma grávida que não perdeu o estilo, continuo usando as minhas roupas… Claro que, às vezes, preciso fazer algumas adaptações, mas continuo vestindo a minha identidade e isso é muito importante no processo.

iLovee: E para encerrar, aquele bate bola já conhecido do Mulheres Positivas: uma mulher, um livro e um filme...

S.: O livro que marcou minha vida como um todo foi O Mundo de Sofia. Pode parecer clichê, eu tinha cinco anos quando o livro foi publicado e 11 quando li. Num primeiro momento, me chamou atenção o título, que tinha meu nome, mas depois que li, apurei meu gosto por filosofia que me acompanha até hoje na forma de enxergar a vida. As perguntas "Quem é você?" e "De onde vem o mundo?" volta e meia voltam a minha cabeça e as respostas são sempre diferentes. Um filme que me marcou? Bom, não existe só um, mas A Noviça Rebelde foi o clássico que eu mais assisti na vida. Mary Poppins é outro clássico que não saía do meu vídeo cassete. Além disso, existem diretores que admiro o trabalho como um todo, como Woody Allen e Almodóvar. A mulher que eu admiro também é difícil descrever só uma, principalmente depois de um ano entrevistando tantas mulheres incríveis no Mulheres Positivas. Mas minha avó, Paula Patsch, e a avó do meu marido, dona Mary Bekes, me inspiram. As duas são sobreviventes da primeira e segunda guerra. Uma austríaca, outra judia, que chegaram no Brasil jovens, com todos seus traumas e inseguranças e refizeram suas vidas por aqui, do nada e mesmo com todas as dificuldades que passaram conseguiram ser felizes. Como figura pública, Costanza Pascolato me inspira muito, ela foi a primeira entrevistada do Mulheres Positivas e o fato dela não se levar a sério me ganhou, além da educação impecável.

INSPIRAÇÃO É A ALMA DO NEGÓCIO

Se a gente parar para pensar, a cultura da compra online nasceu não faz muito tempo. E, conseguir ver uma oportunidade de negócio em um universo que muda constantemente é para poucos. Foi assim com a Mari Ribeiro, nossa founder e CEO. Além de visão de negócios, um sentimento foi muito importante para a criação do iLovee: o desejo de empreender.

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iLovee: Mari, a gente sabe que a ideia para criar o iLovee vai muito além do “Sobre Nós” que está no nosso site… Conta mais!

M: Bom, acho que o principal é que eu sempre quis empreender. Inclusive, na época, surgiu uma oportunidade de entrar no ramo de sapatos, mas não tive muito apoio do meu pai, rs! Acabou que fui indo para o lado do empreendedorismo digital, pois eu já trabalhava em uma empresa na área de consultoria e planejamento estratégico para moda, atendendo e-commerce. Aprendi o que era google ads, a importância dos blogs, tudo por lá… Imagina que o iLovee surgiu na mesma época de empresas imensas e focadas na venda online, como AMARO e Shop2Gether. Entendi que não era uma tendência, era o futuro! E aí tive a ideia de juntar compra e conteúdo.

iLovee: E uma das diferenças do iLovee é realmente aliar inspiração e compra online, né? 

M: Eu amava comprar online e entendia que era muito mais legal quando via a inspiração antes. Sempre tive a ideia dos moodboards e o iLovee já nasceu com essa veia inspiracional. Isso foi em 2012, acabamos evoluindo o modelo de negócios, indo além da venda de mídias, e fico muito feliz que estamos evoluindo cada vez mais. Li esses dias que criatividade é a palavra do século e super concordo. O segredo para conseguir sobreviver como empreendedor hoje é saber pensar fora caixa, para mudar seu modelo de negócio caso o mundo exija isso. Por isso que eu acredito muito em branding e esse é a principal formação que representa o sucesso do iLovee como marca.

iLovee: A gente viu agora grandes títulos do mercado editorial fecharem as portas. Nesse atual cenário, quais são os planos futuros para a marca?

M: É realmente continuar crescendo, inovando e ser referência em conteúdo digital. Sempre fui apaixonada por revistas, comprava todas e isso influenciou muito no modelo de conteúdo do iLovee. As pessoas querem consumir sim conteúdo relevante e queremos crescer nisso, trazendo cada vez mais assuntos diversificados e que conversem com o público feminino, mas com um conteúdo sempre diferente e autoral. Temos um olhar diferente, passamos isso através das fotos, dos textos, mas principalmente fazemos um conteúdo acessível, de fácil entendimento e com muita qualidade.

iLovee: Vamos finalizar com o bate-bola clássico do Mulheres Positivas para celebrar essa super parceria. Mari, cite uma mulher, um livro e um filme!

M: O filme é fácil, “Um Sonho de Liberdade” é o melhor filme da vida. Livro, amo vários… Mas, vou ficar com o “Travessuras da Menina Má”. Li há dez anos e continua sendo marcante para mim. Já uma mulher… Bom, eu não tenho apenas um único ícone. Admiro mulheres variadas com quem convivo no meu dia a dia, que correm atrás, são corajosas, alto astral e persistentes!


 


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