X

Tudo o que você mais ama

Assine para receber muitas novidades,
promos, dicas e achados do fantástico
universo online. E claro,
tudo isso com muita inspiração.

10/05/2020 | Juliana Cunha

Dia das Mães: papo com 3 mulheres inspiradoras

Tudo Lifestyle História

Para celebrar a maternidade como ela é, conversamos com Rosa Zaborowsky, Thais Senna e Bia Perotti sobre ser mulher, mãe e filha. Veja alguns dos hightlights dos papos a seguir. 

Thais Senna do @vamosreceber, mãe da Maria (1 ano e 4 meses)

 

Qual é uma satisfação pessoal sua? E uma profissional?

Sem dúvidas, ser mãe é minha maior satisfação pessoal. Profissional é ter tido a coragem de mudar de profissão para seguir um sonho, que é o Vamos Receber. Eu advogava na área tributária.

Qual conceito de maternidade você tinha antes que se tornar mãe desmistificou? 

Não tem regra nem receita de bolo. A expectativa é a rainha da frustração. Não existe mãe perfeita. 

Como lidar com a culpa?

Quem souber me fale, por favor! É a parte mais difícil da maternidade entender que não somos perfeitos, que vamos errar e tudo bem. Mostrar vulnerabilidade para os filhos é real. É importante e libertador para eles saber que papai e mamãe também erram. 

Um hobby que você tem com a sua mãe:

Amamos assistir filmes de comédia juntas. Eu amo ouvir a risada dela! 

Uma característica da sua mãe que você viu em você depois de se tornar mãe:

Minha mãe é muito dedicada, preocupada e cuidadosa. Me vejo repetindo o jeitinho dela igualzinho! 

Qual parte da rotina é mais leve para você? E a mais difícil?

A mais leve é colocá-la para dormir! Conto nos dedos os dias que eu não participei do processo de sono dela! Amo dar banho, cantar para ela, conversar sobre o dia, rezar. A mais difícil é dar comida! Fico ansiosa para que ela coma bem.

Rosa Zaborowsky, editora do @thelollasite. Mãe de Benjamin (5 anos), Phil e Stella (3 anos) 

 

Qual é uma satisfação pessoal sua? E uma profissional?

Eu adoro quando as pessoas falam que eu sou eloquente. Eu amo defender meu ponto de vista e quando eu consigo sem agredir ninguém, sendo firme, o mais sensata que eu posso, eu ganho meu dia. Profissionalmente, o Lolla, meu site de conteúdo, eu amo que eu dediquei tempo para construir ele. Ele ainda é um bebê, ainda tenho mil projetos, ainda acho que o Lolla vai chegar em muitos lugares, mas já fico super satisfeita de ter um lugar de onde eu adoraria fazer parte. Quando eu estou avaliando o Lolla, eu penso que se eu entrasse no site e visse que tem alguém fazendo isso eu ia querer fazer aquilo.

Qual conceito de maternidade você tinha antes que se tornar mãe desmistificou?

Todos os dias eu mordo minha língua com alguma coisa. Uma delas que eu mudei muito durante a quarentena, principalmente, é entender quando meus filhos estão fazendo manha e quando é algum sentimento que não está bem resolvido. Os gêmeos estão com três anos, e é uma fase que eles começam a ter medo. Antes eu ficava enlouquecida com a hora de dormir, e eles sofriam muito quando eu forçava a barra. Agora eu percebi que o Phil, principalmente, morre de medo. Se eu sento lá na hora de dormir e fico alguns minutinhos com ele, ele dorme rápido. Se eu quero impor que ele precisa dormir sozinho e fecho a porta e saio do quarto, mais demora.

Uma coisa que você tem sido menos restritiva em relação ao seu filho na quarentena:

iPad. Praticamente tripliquei o tempo que deixava eles ficarem no iPad. Teve um dia que eles passaram boa parte do dia no iPad, porque eu precisava trabalhar, estava sozinha com eles e tentei de tudo, não deu certo. O iPad deu certo, e é o que temos.

Como lidar com a culpa?

Não sei, se alguém souber me conta. Viver um dia após o outro e tentar pensar que lá na frente, as consequências de algumas coisas são pequenas. Acho que as crianças precisam se sentir seguras sempre, e precisam confiar na gente. Se a gente conseguir isso, já é muita coisa. 

Uma coisa que a maternidade te ensinou ou reforçou sobre você mesma:

Que eu sou criativa. Eu consigo antecipar algumas coisas que eles podem precisar e tento fazer as coisas de um jeito muito leve. Eu me irrito muito fácil, não vou mentir, então teve algumas regras que criei para tentar evitar isso. 

Uma coisa incrível que seu filho fez ou disse e te marcou:

São muitas coisas. Eu anoto tudo o que eles falam no meu celular com a esperança de um dia passar isso para um caderno. Eles soltam pérolas maravilhosas. A Stela é muito irônica. A última dela foi que ela me falou “Mamãe, você pediu pizza hoje para não ter que fazer nada para a gente”. 

Bia Perotti, editora de moda 

Qual é uma satisfação pessoal sua? E uma profissional?

Pessoal é ter uma família. Sempre sonhei com isso e posso dizer que ganhei na loteria com meu marido e filho. Eles são a razão de tudo! A profissional é trabalhar com o que eu gosto, poder ajudar as pessoas a se conhecerem e desfilarem sua melhor versão, e ser reconhecida na minha área de atuação.

Qual conceito de maternidade você tinha antes que se tornar mãe desmistificou?

Antes de ele nascer, eu achava que precisava seguir vários protocolos e ser rígida em relação a tudo (amamentação, comida, sono etc). Hoje em dia, vou muito mais pelo meu feeling, o que funciona melhor para nós. Cada uma tem seu jeito e não existe certo e errado!

Uma coisa que você tem sido menos restritiva em relação ao seu filho na quarentena:

Horários, de forma geral. Estamos aproveitando a companhia dele, sem a rigidez de uma rotina.

Uma coisa que a maternidade te ensinou ou reforçou sobre você mesma:

Que sou mais forte do que imaginava e que consigo ir muito além do que considerava como meus limites.

Um hobby que você tem com a minha mãe:

Criar coisas! Comprar tecido e fazer vestidos, cacarecos e transformar em acessórios. Adoramos inventar moda.

Uma característica da sua mãe que você viu em você depois de se tornar mãe:

Acho que preocupação (vivo falando “cuidado”), zelo, querer ser o porto-seguro dele. O espírito leoa mesmo!

Qual parte da rotina é mais leve para você? E a mais difícil?

Ele ama comer, principalmente a nossa comida. É um barato! A gente adora vê-lo testando e curtindo os novos sabores e texturas. Também adoro o momento banho que é sempre uma farra. A mais difícil é que ele ainda mama muito, em livre demanda, e as noites são puxadas, acordando a cada três horas. Mas sigo firme e forte, pelo menos até ele completar um ano. Eu amo amamentar, apesar do cansaço dessa dedicação.

Em destaque

assine nossa newsletter

Voltar ao topo Voltar ao topo