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30/04/2020 | Juliana Cunha

Cores de abril: o que fez o mês do time iLove.e mais leve

Tudo Lifestyle História

Fim de mês - este, passado inteiramente em isolamento e home office pelo time iLove.e - é aquele momento de fazermos um balanço. Acho que esta ideia de refletir sobre algo que nos encantou nos últimos 30 dias é um exercício gostoso, de sentir nossas conquistas e tentar enxergar alguma fonte de positividade. Perguntei para nosso time o que mudou em Abril e seguem aqui as respostas.

Nina Kherlakian, assistente de projetos

Este mês, resolvi assistir a filmes que eu não assistiria no cinema e um deles foi "Little Women". Que filme incrível, superou toda e qualquer expectativa. Inclusive, achei o filme imprevisível, o que me fez gostar mais ainda dele. Isso sem falar no casting, que é maravilhoso! Outra coisa que me divertiu muito esse mês foi o app Tik Tok. Viciei de vez, vejo mais do que Insta, é muito maravilhoso, com pessoas muito talentosas! Vale a pena baixar.

Mariana Ribeiro, founder e CEO

Eu sempre acreditei que continuar estudando, principalmente por meio de cursos de curta duração (mais fáceis de encaixar na rotina) é uma forma de trazer mais criatividade e novas visões para o trabalho do dia a dia. Porém, por falta não só de tempo, mas às vezes até preguiça ou iniciativa para pesquisar, é algo que tinha ficado estacionado na minha vida. Em abril, então, decidi começar dois cursos on-line, para fazer quando anoitece, aquele momento normalmente que eu ficava um pouco inútil no Instagram. Um é de Arte Contemporânea (uma breve, mas geral introdução, com o ótimo Agnaldo Farias), que descobri no perfil do Superbacana Mais, espaço de design e arte que está administrando cursos incríveis aliás. O outro é The Science of the Well Being (o mais popular da Yale, disponível gratuitamente no Coursera), indicação de uma amiga que sempre me traz boas referências. Estou apaixonada pelos dois - ambos superaram minhas expectativas e trouxeram uma mistura de novas sensações e ideias.

Ana Paula Ribeiro, financeiro 

Antes da quarentena, eu estava planejando começar aulas de yoga, e aí começou a pandemia e nada rolou. Comecei a fazer em casa mesmo, acompanhando vídeos pelo YouTube, mas confesso que não me empolguei muito. Então resolvi arrumar um cantinho na minha casa que ficasse mais reservado pra isso e comprei alguns acessórios pela internet, organizei pra dar um ar de um ambiente mais zen e está dando super certo! De manhã, antes de começar a trabalhar, intercalo dias de yoga, pilates solo e meditações. Senti que meu dia rende mais e também estou dormindo melhor

Isis Stervid, coordenadora de Projetos

A minha descoberta do mês foi o ukulele. Estou aprendendo a tocar e amando muito!

Gabrielle Carvalho, coordenadora de design

Eu, que sempre fui muito ligada à música e faço todas as minhas atividades diárias escutando alguma playlist, nessa quarentena estou ainda mais necessitada de novas descobertas musicais, já que ouvir sempre as mesmas coisas, por mais que sejam ótimas, cansa um pouco. Então recentemente decidi ouvir novos artistas e me deparei com o cd ótimo do Silva chamado Bloco do Silva. Ele é o responsável por doses diárias de ânimo nessa quarentena.

Tenho voltado às raízes e resgatado antigas referências minhas, como o cantor e compositor Cartola, que sempre foi minha paixão desde a adolescência, mas que andava meio esquecido. Esse é o meu álbum favorito dele: 

E para relaxar no final do dia, sigo escutando essa playlist que é demais (e que eu nunca enjôo), da Alice Wegmann (que, aliás, tenha várias ótimas!). 

Para completar, comprei uma bola on-line e resolvi jogar altinha nos jardins do condomínio nos finais de semana com o marido. É um programa ao ar livre, que a gente consegue desfrutar da companhia um do outro e, de quebra, ainda se exercita um pouco. 

Juliana Cunha, editora de conteúdo

Faz algum tempo que tenho o hábito de cozinhar para levar marmita para o escritório: faço isso de três a quatro vezes por semana, mas levo mais como uma função doméstica do que como algo prazeroso. Meu gosto por cozinhar vinha dos fins de semana com risotos e massas, em processos regados a vinho e música. Nessa quarentena, resolvi me dedicar mais a fazer comida em casa, em um meio termo entre as duas situações que tinha antes: não queria sentir que era algo fatigante, nem podia me dar ao luxo de beber vinho no almoço de uma segunda-feira. Tenho feito receitas leves, com cara de comida de casa, sabe? Sinto que coisas elaboradas demais colocam uma pressão que seria demasiada para o estresse que já estamos submetidas. Já fiz macarrão com frutos do mar, risoto de açafrão com pernil, pudim de leite, tilápia com tomates confitados e arroz negro, brusquetas, yakisoba, macarrão com almôndegas, ovos no purgatório, sobrecoxa assada com legumes, mousse de chocolate, risoto de cogumelo e queijo gouda, enfim! Uma reinvenção nos meus padrões de cozinha que tem deixado meus dias mais leves e saborosos

Maria Claudia Soares, comercial 

Quando eu era pequena, eu amava jogos de tabuleiro, quebras-cabeça, palavras cruzadas etc. - era um super passatempo, principalmente na companhia da minha avó. Aproveitei esse momento da quarentena para comprar um quebra-cabeça (a Amazon está com vários legais!) e me dedicar a ele nos fins de tarde. São 5.000 peças e muita paciência! Vale a pena para quem gosta. :)

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