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09/03/2020 | iLove.e

Os conselhos de 8 personagens no Mês da Mulher

Tudo Moda Lifestyle História

O que você tem a dizer para outras mulheres?”: quando a Farfetch e o iLove.e se uniram para produzir uma campanha cheia de conteúdo para o Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, esse questionamento foi o norte. A partir dele, selecionamos e convidamos oito mulheres distintas para responder essa e outras perguntas relacionadas a carreira, trajetória e relacionamento com outras mulheres. Nasceu assim uma série de fotos e vídeos batizado de #ELAScomFarfetch. Conheça nossas ilustres convidadas e suas respectivas mensagens. Para conferir o conteúdo na íntegra, visite o Instagram da Farfetch.

Raquel Davidowicz, fundadora da UMA Brasil 

Fundadora e diretora criativa da UMA Brasil, com lojas em São Paulo, Rio de Janeiro e Nova York, nos Estados Unidos, Raquel trilhou uma carreira baseada na premissa de fazer o que dá prazer. “Acho que tem que ser autoconfiante e tem que fazer o que gosta. Você não desenvolve absolutamente nada se na sua vida você faz algo que não te agrada, que não te traz satisfação pessoal. E ter segurança no que você quer fazer”, aconselha. Raquel veste UMA.

Stephanie Ribeiro, arquiteta e urbanista

“Eu percebi o quanto eu me desgastava tentando agradar o universo. Eu realmente não tinha noção nenhuma de que eu podia impor limites e isso me colocou em várias situações que hoje eu acho que eu não estaria caso eu tivesse mais consciência sobre isso”, pondera Stephanie, que completa: “Eu gostaria muito que as mulheres não se colocassem tantos limites porque o mundo já limita a gente demais.” Stephanie usa UMA.

Taciana Veloso, sócia-fundadora da Index Conectada

Empresária e uma das fundadoras da Index Conectada, assessoria de imprensa de destaque no setor de moda, beleza e lifestyle, Taciana se orgulha de ter bancado suas escolhas: “Eu sou hoje o que eu quis ser. Eu me construí. Acho que cada um tem que escolher seu caminho e ir atrás”, opina. Taci veste NK Store

Carollina Lauriano, curadora de arte

Formada em Comunicação Social, Carollina fez uma transição da moda para a arte e atua hoje com curadoria de arte em espaços e galerias independentes. Depois de se reposicionar, ela afirma que temos que “confiar que existe um caminho a ser trilhado. O que eu poderia dizer é ‘acredite no seu potencial’ porque toda mulher tem uma história para contar no mundo”. Carollina traja UMA

Vânia Goy, jornalista de beleza e bem-estar

Há anos atuando na intersecção entre cosméticos e wellness, antes como editora, hoje em seu site Belezinha, Vânia enxerga nessa seara um mundo vasto de possibilidades de autocuidado. “Às vezes eu sinto que beleza é tido como uma coisa muito supérflua, mas que tem uma relação muito próxima com autoestima porque tem a ver com a forma como a gente se apresenta ao mundo, ou que coisas a gente pode colocar na gente, assim como moda, que fazem a gente se sentir mais segura, ter mais a nossa cara, ou evidenciar a nossa personalidade”, conta. Quanto ao seu conselho, ela acha que devemos parar com a prática da comparação. Vânia veste NK Store

Suelen Lebron, gerente de operações da Farfetch 

Suelen está à frente de um inspirador time feminino na Farfetch, e aconselha: “Nós temos que transformar a educação em nossa aliada. Se a gente tem uma dúvida, temos que pesquisar. Se a gente tem uma curiosidade, a gente precisa investigar. E se a gente tem uma limitação, explore a limitação. A gente precisa ter coragem de assumir o personagem principal da nossa trajetória.” Suelen usa NK Store

Isis Vergilio, produtora cultural 

Depois de muitos anos como bailarina, hoje Isis trabalha com produção cultural, e fala sobre o peso social de ser mulher: “A gente não se dá conta do quanto a gente é atravessada por situações que levam a gente a se sentir extremamente cobrada, extremamente culpada, e a gente precisa se livrar dessa culpa. O conselho que eu daria para todas as minhas colegas, para as minhas amigas, para todas as mulheres, é para elas buscarem o autoconhecimento e se cuidarem.” Isis veste Olympiah.

Marcela Scheid, artista visual

Artista visual, Marcela tem como pilares de suas criações temas como ansiedade e vulnerabilidade, que ela acredita estarem intimamente conectados com a condição feminina. “Existe uma questão de a gente não só duvidar do nosso trabalho, como duvidar que a gente é artista. A gente duvida de quem a gente é, e eu entendi que isso era sobre vulnerabilidade. A gente precisa abraçar a nossa vulnerabilidade ao máximo, é o nosso maior dom como mulher”, defende. Ela usa Eva.

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