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31/03/2020 | Juliana Cunha

Adeus, águas de março: os hábitos do time iLove.e no último mês

Tudo Lifestyle História

Foi no começo deste mês que propus ao time iLove.e de fazermos, no fim de todos os meses, um post falando sobre aquilo que amamos durante as quatros últimas semanas. Restaurantes, fotos, podcasts, textos: qualquer coisa que tivesse nos encantado no decorrer dos 30 dias. Com a reviravolta do coronavírus, não pareceu fazer sentido dividir coisas desse tipo: é hora de falarmos sob uma perspectiva mais pessoal. Convidei minhas colegas, então, para contarem um hábito que tiveram em março. Pode ser um costume que já tinham e fizeram questão de manter em casa, pode ser algo que quiseram revisitar nos dias de isolamento, pode ser uma completa novidade. Abaixo, os depoimentos do nosso time. 

Maria Claudia Soares, comercial

Fazer exercícios sempre foi um desafio para mim e somente há poucos anos consegui inserir esse hábito na minha vida e realmente tomei gosto, principalmente pela corrida. É a forma que eu encontrei de começar meu dia com mais ânimo e disposição. Foram os exercícios que também me permitiram descansar minha mente depois daquele dia complicado. Nesses últimos dias, a quarentena acabou por me prender nos 42m² do meu apartamento e tive que encontrar alternativas - como todos, né? Entre treinos no Youtube e lives no Instagram (por sinal, a @racebootcamp dá aulas ao vivo durante toda semana às 9h), faço o possível para manter o exercício na minha vida mesmo em dias difíceis. Sem cobranças e sem frustrações: o isolamento pede cuidado e carinho com nós mesmos para fazermos aquilo que damos conta.

Mari Ribeiro, fundadora e CEO 

A primeira semana foi esquisita, desfocada e um pouco triste. Normalmente saio de casa cedo e só volto à noite, quase sempre emendando um jantar ou evento. O mais difícil foi não conviver diariamente com pessoas diversas, com as meninas do iLove.e, pois é algo que me energiza. Mas assim que a chave virou, eu entendi que o que precisava fazer para me manter motivada e também feliz dentro de casa e era estabelecer novos to do's encaixados nessa rotina diferente que começava, para o tempo que não estava trabalhando online com o time eu não acabar desfocando devaneando no celular. Alguns deles:

- Finalmente comecei a cozinhar refeições leves para o dia a dia - não queria ficar refém do delivery nessa quarentena. E já era algo que queria muito fazer. Não estou só adorando o momento de preparar a refeição, ouvindo música ou bebendo alguma coisinha (à noite) como também o fato de poder comer pratos fresquinhos. Ouvir os elogios do Guito também ajuda. Não consigo agora mais ficar um dia sem preparar um prato novo e me pego pensando porque demorei tanto tempo pra fazer algo tão gostoso e tão simples!

- Tenho visto diariamente logo pela manhã as pílulas da curadora de arte Gisela Gueiros, em que ela aborda em mais ou menos três minutos o trabalho de artistas legais e que de uma alguma forma têm trabalhos em uma espécie de sintonia com o que está acontecendo no momento. Eu não sou muito conhecedora, apesar de amar o tema, então adoro a forma que ela explica, de um jeito divertido e sucinto. Depois de assistir, o dia já começa com um astral diferente :)

Isis Stervid, coordenadora de projetos

Para mim, a primeira semana foi um pouco difícil. Eu fiquei sozinha no meu apartamento e foi um mix de feelings. Não estava sabendo muito bem como viver esse momento junto com a minha ansiedade, então o que me ajudou muito foi fazer um happy hour online com os meus amigos. Isso nunca foi um hábito, conversar via FaceTime com a galera, sabe? Acredito que esse momento de quarentena está unindo muita gente! Outra coisa que eu fiz foi pirar no meu guarda-roupa, montar vários looks e tirar autorretratos. Eu fazia isso quando era criança, só que nunca mais fiz, e é um exercício muito bom de amor-próprio e até mesmo criatividade.

Nina Kherlakian, assistente de projetos

Sempre fui uma pessoa que ama ler, mas este mês me rendi a livros atípicos e o que eu vou falar sobre é um livro de Geopolíticas. Eu sempre amei esse assunto, mas nunca fiz nada a respeito, sabe? Nunca fui atrás pra saber mais. Então, este mês, decidi comprar um livro sobre esse tema, que inclusive foi indicação de uma instagrammer que sigo. Ele se chama Prisoners of Geography. Mergulhei completamente nesse assunto e o livro acaba não sendo tão complexo, pois ele apresenta mapas (amo) de cada continente que está abordando. Um hábito que eu adquiri nesses dias tão atípicos de quarentena foi cuidar mais do meu corpo. Estou me exercitando todos os dias e comendo menos porcaria. Eu sempre gostei de academia, mas não fazia tanto por conta de tempo. Agora que estou em casa, sempre tiro um tempo do meu dia pra me exercitar.

Juliana Cunha, editora de conteúdo

Eu faço algo que poucos fazem hoje em dia, mesmo dentro do jornalismo: assino jornal. Impresso, físico, papel mesmo, sabe? Todos os dias, a Folha de S. Paulo chega em casa pela manhã. Na minha rotina comum, eu confesso que mal o folheio. Se acontece duas vezes na semana, é muito. Geralmente, tento fazer isso aos sábados e domingos, mas em meio ao cotidiano de sair para trabalhar, é algo raro. Acabo me informando com newsletters e em sites. Acontece que no último mês nos deparamos com uma profusão de informação que não estamos acostumados: claro, vivemos em uma sociedade em que prevalece a efemeridade e notícias novas pipocam a todo segundo nas redes sociais. Mas ficando em casa, a situação se intensifica, e eu acabei tão tomada pelas notícias que fiquei até preocupada com meu nível de ansiedade e tive que me rearranjar. Seguindo dicas que li por aí, resolvi limitar meu acesso a informações e retomar a ideia de ler jornal. Depois de meia hora de treino (outro hábito que implementei para combater a aflição de estar vivendo tudo isso), tomo café da manhã folheando as páginas da Folha, antes de me sentar em frente ao computador. Tem sido ótimo, tanto para consumir com moderação o conteúdo noticioso, como para alimentar essa prática gostosa que é tocar no papel.

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