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30/04/2019 | Stephany Melo e Carla Rodrigues

5 Coisas que aprendemos no Fashion Revolution Week

Tudo Moda História

Em meio ao entra e sai de estações que atualizam nossa curadoria, as tendências da vez se renovam. Não faltam livros para contar as histórias da moda durante séculos do que antes era encomendado olho no olho e agora pode ser resumido a um clique. O resultado? Um guarda-roupa cada vez mais cheio de peças que – pode admitir, está tudo bem – muitas vezes acabam encalhadas no fundo da gaveta.

Foi pensando nisso que nasceu o Fashion Revolution, um movimento mundial que questiona #QuemFezMinhasRoupas e realiza, anualmente, uma semana recheada de ações, rodas de conversa, exibições de filmes e workshops que promovem um questionamento sobre o que vestimos. E, diga-se de passagem, você sabe que não poderíamos ficar de fora dessa programação que se dividiu por diversos pontos do Brasil e, no nosso caso, de São Paulo.

De check-in em check-in por diversos pontos da cidade, captamos histórias por trás das nossas roupas, registradas em cinco aprendizados de FRW para ter em mente e consumir com mais consciência. Anota aí: 

1. Existem pessoas por trás das nossas roupas – e muitas

Pode parecer óbvio, mas é sempre bom frisar que entre tantas peças e coleções que são lançadas a cada semana, existem vidas.  Existem profissionais por trás de cada ponto, estampa, bordado e design de cada uma das suas peças, e eles precisam ser valorizados.  Sabe aquela história de “o que os olhos não veem o coração não sente”? Ela não faz nenhum sentido quando empregada aqui. 

 
 
 
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2. Vestir é um ato político

Vestir a camisa do movimento, literalmente, é vestir o que você apoia, seja em relação ao mercado da moda, condições de trabalho, igualdade de gênero e até meio ambiente. Afinal, o material das nossas roupas também vêm de algum lugar, né? E a política está muito alinhada à isso. 

 
 
 
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3. A moda pode (e deve!) ser acessível 

Acessibilidade é uma palavra em alta ultimamente, mas será que estamos pensando nela de uma maneira genuína? Roupas adaptadas, e-commerces acessíveis e posts de redes sociais com texto alternativo e descrição de imagens são alguns dos exemplos que podem facilitar a vida de uma pessoa com deficiência e muitas vezes não são pensados dentro das narrativas de produção da indústria fashion. Felizmente, a tentativa de mudança dessa realidade vem acontecendo com mais força, como ressalta a relações públicas Isadora Meirelles. “Hoje em dia essas pessoas estão aí, cobrando posicionamento. Os deficiêncientes têm mais voz e estão ocupando os espaços”, enfatiza a RP, que também é integrante do coletivo em prol de uma moda mais inclusiva, o “Quem São Elas?”. 

 
 
 
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4. Nós podemos exigir das marcas

Sabe o velho ditado de que “uma andorinha só não faz verão”? Nesse caso, ele não poderia estar mais errado! Nós, como consumidores, temos o poder e o dever de cobrar informações, transparência e mais cuidado no processo de produção das marcas que consumimos. Pode parecer pouco, mas unindo forças, somos capazes de pressionar e alcançar mudanças reais dentro do mundo da moda.

 
 
 
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5. Cada pessoa tem o poder de disseminar informação 

Muita da nossa autonomia para buscar conhecimento e se inteirar dos assuntos atualmente vem da facilidade que as redes sociais nos proporcionam. E da mesma maneira que conseguimos buscar, também somos capazes de compartilhar informação relevante através delas. Espalhar conteúdo sobre sustentabilidade e moda consciente para engajar e informar mais pessoas é uma estratégia prática que todos podem adotar, afinal, nada mais poderoso do que informação. 

 
 
 
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